Grupo Bucci comemora
5 anos de Brasil com festa
Que festas de aniversário são
sempre muito divertidas todos sabemos, mas para comemorar
seus 5 anos de Brasil, o Grupo Bucci Industries resolveu
inovar. No evento batizado de “Baretto Bucci”
realizado no último dia 29 na Arena Barueri,
a Bucci Industries Brasil festejou a data com colaboradores,
amigos, clientes e fornecedores, em um clima descontraído
e aconchegante.
Os convidados foram recepcionados pelo som do trio
Musicando e pareciam estar em um happy hour, com cerveja
gelada e caipirinha. Além disso, um menu ítalo-brasileiro
com comidinhas especiais e um show musical do quinteto
Varanda Paulista. O destaque da decoração
eram os quadros com caricaturas de todos que compõem
a equipe da Bucci Industries Brasil.
Mas toda essa confraternização não
teria sentido algum, se o grupo Bucci não tivesse
motivos para comemorar. Apesar de jovem, a empresa
conquistou maturidade ao longo desses cinco anos,
dos quais, há muita história para contar.
“Esses cinco anos foram de muita luta para o
grupo no Brasil, que sempre se empenhou em atender
as expectativas dos clientes. Começamos com
um funcionário, mas hoje a empresa está
se consolidando e crescendo e eu espero estar aqui
em cinco anos para comemorarmos o 10º aniversário”,
afirma o diretor geral da Bucci Industries Brasil,
Rogério Fuzaro.
O presidente do Grupo, Massimo Bucci, que veio da
Itália especialmente para a ocasião,
afirmou que a Bucci Industries Brasil vai concluir
esses 5 anos de atividades com um resultado muito
bom. “Estamos crescendo, assim como todo o país.
Tenho muita confiança no Brasil e pretendemos,
no futuro, instalar também uma fábrica
aqui”, disse brindando em seguida com uma caipirinha,
um dos símbolos da gastronomia brasileira.
Para o gerente regional de vendas na Europa e América
Latina da marca Giuliani, uma das que compõem
o grupo, Giovanni Baldi, a confraternização
é uma importante oportunidade para reunir clientes
e equipe de vendas. “Esses 5 anos foram positivos
para o Grupo, que se estabeleceu de modo sólido
no Brasil, mas 2008 será ainda melhor para
a Giuliani”.
Segundo Baldi, um dos fatores que colabora com o sucesso
da Bucci Industries Brasil, é justamente o
fato de ela estar localizada na América do
Sul. “Na Europa o mercado é diferente,
pois lá existe uma grande capacidade de produção
para uma demanda pequena. A evolução
do mercado na América do Sul é maior
devido ao desenvolvimento industrial”, explica
o gerente que está há 35 anos no grupo.
O engenheiro de vendas, Dieter Lohaus, também
está na empresa desde o início. “O
crescimento do Grupo no Brasil foi natural. No começo,
tínhamos um diretor e eu era o vendedor, mas
com a chegada do Rogério, a equipe de representantes
aumentou e houve uma mudança radical, pois
ele atua com um modelo de gestão mais moderno”,
observa.
Os clientes da Bucci Industries Brasil ajudaram a
construir essa história e, por isso, também
podem contar um pouco sobre ela. De acordo com o gerente
de produção da Sin Implantes, Wladimir
Estanquiere, a Sin possui 40 alimentadores Iemca.
“Antes trabalhavam com outras marcas, mas em
2003 passamos a utilizar somente a Iemca. Estamos
muito satisfeitos com os produtos, serviços,
pós venda, assistência técnica,
qualidade e bom preço”.
Já a Ergomat é parceria do Grupo Bucci
há mais de 10 anos. “Conhecemos a empresa
em uma feira na Itália”, conta Tadeu
Marcelino, da área de exportação
da Ergomat. “Este ano lançamos o produto
TNG 42, que utiliza os alimentadores Iemca modelo
Boss 542. Com o sistema de alimentação
Iemca, o cliente ganha em produtividade e qualidade,
pois as peças adquirem melhor acabamento",
opina Valmor Michinoski da Silva, do setor de custos
da Ergomat.
O gerente de desenvolvimento tecnológico da
Deca, Almir Carvalho, também conheceu o Grupo
na Europa, durante uma viagem de férias. “Como
tínhamos a necessidade de ter os alimentadores
aqui no Brasil, consegui o contato do representante
do Grupo no Brasil. Hoje temos mais 30 tornos automáticos
monofuso com seis alimentadores Iemca e depois de
adquiri-los, a empresa ganhou autonomia de quatro
horas a mais de produção por máquina”.
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