Empreendedorismo de pai para filho
Iemca faz parte da história do crescimento da FNA, de Caxias do Sul

Quando o jovem Darte Carvalho Labatut iniciou suas atividades em uma oficina de bicicletas em 1960, em Caixas do Sul, o empreendedorismo já fazia parte da sua vida.
Com o tempo, a oficina ganhou fama de consertar equipamentos hidráulicos e Darte Labatut vislumbrou o mercado de reposição de amortecedores e sistemas de suspensão. Foi quando ele fundou a Fábrica Nacional de Amortecedores - FNA. O filho de Darte, Jean Labatut, começou a seguir os passos aos 14 anos de idade e hoje ocupa o cargo de diretor comercial.
Em 1990 a FNA passou por uma reestruturação e começou a desenvolver tecnologia de ponta nas áreas de usinagem, estamparia e tratamento de superfícies, passando a realizar praticamente todo seu processo produtivo, sem a necessidade de terceirizar serviços.
Atualmente a empresa possui 220 colaboradores e fornece conjuntos pneumáticos e amortecedores para os mais diversos segmentos: encarroçadoras de ônibus, mobiliário para cozinhas, equipamentos para ginástica e hospitais, implementos agrícolas e linhas automotiva e de motocicletas.
Com cerca de 500 clientes e aproximadamente 400 itens em seu porfólio de produtos, a FNA atinge o número de um milhão de peças produzidas. Para alcançar esses índices, buscou o certificado de Gestão de Qualidade ISO 9001 e atualmente está implantando a ISO 14000 (Gestão Ambiental). Outro ponto importante foi a incorporação dos alimentadores de barras Iemca na linha de produção, uma solução de investimento acessível, que ajudou a aumentar em 40% a capacidade de produção e reduzir custos e lead time. "O empresário não pode vislumbrar somente custo, tem que avaliar o custo-benefício. Ao optar pela marca Iemca buscamos, por um lado, uma máquina que não dê problemas e não cause parada na produção. Por outro, que proporciona um retorno rápido do investimento", avalia Jean Labatut.
Com a incorporação dos alimentadores de barras Iemca a empresa ganhou participação de mercado e a mão-de-obra excedente, que antes atuava na reposição manual dos tornos, foi designada para outras áreas, que representavam gargalo na produção.

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